A Oceania é um continente formado por diversas ilhas, sendo esta sua principal característica. Foi o último continente colonizado pelos europeus e recebeu nessa época o nome de Novíssimo Mundo, termo utilizado apenas para termos históricos. A maior parte do continente foi colonizada pelos britânicos, que influenciaram muito a cultura local.
Os povos nativos mais conhecidos do local são os aborígenes, os papuas e os maoris. Sua cultura está bastante ameaçada, mas algumas tradições ainda são mantidas e se tornaram parte da cultura local, como o instrumento bumerangue, usado pelos aborígenes da Austrália.

Possui cerca de 35 milhões de habitantes, por isso é o continente com a menor população. Cada região do continente apresenta um clima diferente: tropical úmido, semiárido, desértico e temperado, com variações específicas ao longo do ano. O tipo de vegetação está relacionado com o clima, apresentando desde florestas úmidas mais densas até desertos secos.
A Austrália é o maior e o principal país desse continente, causando um grande contraste com as demais ilhas, que são pequenas e menos desenvolvidas.
A economia do continente é diversificada. Baseia-se no turismo, indústria, extrativismo, pecuária e agricultura, tendo como destaques Austrália e Nova Zelândia.
O turismo na Oceania é muito difundido no mundo todo em razão das belezas naturais de suas paisagens, tanto no litoral quanto no seu imenso deserto. A indústria se desenvolveu mais na Austrália e na Nova Zelândia.
Já a agricultura é bem específica e variada em cada ilha do continente. Na Austrália e na Nova Zelândia há produção em larga escala e esses países exportam produtos para outros lugares no mundo, enquanto que nas outras pequenas ilhas a agricultura serve basicamente para o sustento da região, assim como a pecuária que só se destaca nos dois maiores países, Austrália e Nova Zelândia.
O extrativismo tem um papel importante na economia, já que o continente possui variadas jazidas de minerais, como ferro, ouro, pedras preciosas, fosfatos, petróleo, entre outros.

Por Suelen Alonso